Reflexão Ideológica

23 Agosto 2011

Agonias Nossas de Cada Dia









A Esperanca Pela Sobrevivencia...
Paz Para as Nações on 8/23/11


Estamos no Quénia desde de Quinta-feira passada,o nosso destino final tem sido o Campo de Refugiados em Dadaab no Quénia, que faz fronteira com a Somália. Em nosso primeiro dia não podíamos entrar no campo porque alguem foi assassinado.
A população de refugiados é de 90% de muçulmanos e os cristãos são muito discriminados.
Desde o início de 2011, cerca de 15.000 somalis por mes fugem para os campos de refugiados no Quênia e na Etiópia, em busca de comida e água. A ONU diz que e a pior seca dos ultimos 60 anos, alem dos conflitos a fome e a sede tambem força os somalis a fugir para Dadaab no Quenia e para a Etiópia, em busca de comida e água.
O campo de refugiados em Dadaab, no Quênia, o maior do mundo com uma populacao com cerca de 370.000 pessoas, cerca 1.800 refugiados chegam todos os dias; Dadaab está se tornando superlotadas e insalubres.
Muitos dos recém-chegados andaram semanas para chegar ate Dadaab, sao pessoas desesperadas para escapar não só da seca e da fome na Somália, mas também de uma guerra civil interminável, e quando chegam, pricipalmente as crianças estão desnutridas e com pletamente desidratadas, somente pele e osso. A trágica ironia é que muitas destas criancas morrem dentro de um ou dois dias apos a sua chegada. Cerca de 5 Criancas morrem a cada dia no hospital em Dadaab, e as que sobrevivem continuam enfrentando a mesma situação, pois quando deixam o hospital, a fome continua a persegui-las, porque a escassez de alimentos no acampamento é um grande problema; alguns refugiados compartilharam conosco que a comida que eles recebem sao de cerca de 3 kg de maize (fuba de milho branco), 3 kg de feijão e um copo de óleo para cada pessoa a 15 dias.


NO HOSPITAL DE DADAAB


Crianças emagrecidas com a pele engilhada, com os ossos quase a sair para fora da pele, sem roupas, olhos redondos e arregalados olhando tristemente. Essas sao imagens bem familiares da fome do continente Africano; uma visão do inferno, é o que se pode sentir ao contemplar o cenário dentro das alas do hospital em Dadaab, algumas improvisadas por tendas; onde ha centenas de criancas com seus corpos esqueléticos, como se tivessem deixadas ali para morrer. Estas imagens registradas na mente podem nos perseguir para sempre, nunca podemos esquecer. O sofrimento está além da compreensão humana.
Seria muito conveniente para mim apenas dizer que este é um problema muito grande e voltar para casa, para minha zona de conforto, e não fazer nada para ajudar crianças como Bopow Aden Ftissan, ele tem 4 anos de idade e pesa apenas 6,7 kg. A mãe de Bopow andou semanas da Somália carregando Bopow Aden nos braços debaixo de um sol escaldante com quase nada para comer e pouca água para beber ate chegar ao campo de refugiados no Quênia; a esperanca pela sobrevivencia fez com que ela vencesse a fome, a sede, o cansaco, transpondo todos os obstaculos em sua mente um so pensamento, todo o sofrimento ficaria para traz...FICARA?
‘A única coisa necessária que faz o mal triunfar, é quando as pessoas que podem fazer alguma coisa boa, NAO fazem.’
Se você e suficientemente generoso e compartilha conosco o mesmo amor pelo os pobres, e adimira o trabalho que estamos fazendo no campo de refugiados em Dadaab, no Quênia, sua doação será uma ferramenta poderosa para dar as crianças que estao a um passo da morte a chance de sobreviver.Esta semana queremos comprar dez toneladas de comida,especialmente para as criancas desnutridas...
Por favor, acesse a nossa pagina abaixo e faca sua doaco de amor para as criancas do campo de refugiados em Dadaab. www.pazparaasnacoes.com.br
www.healingeverynation.org
Aquele que se compadece do pobre dá ao Senhor, eo Senhor lhe dará a sua recompensa. Provérbios 19:17
Muito Obrigado pela sua generosidade,
Re-encaminhe este email para a sua lista de contatos !
Eddie Brito(Pastor) e Vilma Brito ( Missionaria)
http://www.pazparaasnacoes.com.br

22 Julho 2011

A difícil arte de ser partido no mercado consumista da política brasileira

O pior dos mundos é aquele em que a realidade sufoca os sonhos e torna os indivíduos em entorpecidos e desesperançados. É como se um tsunami de depressão endógena varresse a sociedade e nos fizesse crer que a vida perdeu a cor.

Vivemos politicamente presos à realidade das eleições. Quando acaba uma, os projetos da outra já estão atrasados em relação à necessidade que uma campanha expõe. Com isso, candidatos, partidos, mídia e até a população se alimentam de uma agitação constante, de um jogo de interesses acachapante e de uma subserviência doentia pelo processo que impede de fazermos uma análise mais clara e mais responsável do que seria o melhor para vivência política da sociedade.

Há uma gama de líderes acastelados em seus partidos procurando mais espaços para si mesmos ou para seus aliados, outros desesperados pela exigüidade do tempo em procurar um partido que lhe dê o espaço que acredita merecer, além de outros novos tentando também alguma forma de aparecer sem serem apenas instrumentos para eleição de outros mais conhecidos ou mais poderosos financeiramente.

Com isso, não se discute mais ideologia partidária e valores que caracterizem as propostas (quando têm) de cada um dos partidos. Sem isso, não há política social, há apenas uma cama enorme, preparada para pessoas dispostas a tratarem de seus próprios interesses e projetos, tornando as alianças partidárias só um meio de chegar ao poder e cada um garantir seu quinhão de influência, chantagem e muitas vezes de corrupção.

O que fazer? Primeiro é tomar consciência do processo e tomar uma decisão clara do que se quer. Quem não deseja reproduzir isso que está aí, que se não se conforme e procure partidos com o máximo de coerência e responsabilidade ideológica.

Em segundo lugar, que faça filiação comprometida, com atuação partidária ideológica e, se preciso, com candidatura pautada em propostas claras, objetivas, coerentes e sem os comprometimentos com os sistemas econômicos e políticos que impedem o compromisso com a maioria da sociedade, especialmente com a transformação social que oportuniza os menos favorecidos. É preciso que isso seja feito de maneira livre, sem se submeter às exigências desse mercado eleitoreiro inconseqüente e irresponsável que tem transformado o Brasil num gueto de política clientelista e fisiologista.

Isso é possível? Sim. Aos que crêem que a depressão ideológica pode ser vencida e que fazem de suas idéias uma forma de propor vida de qualidade e justiça e não apenas mais um produto para esse mercado raso da política atual.

Aos vivos os sonhos. Aos mortos a sepultura.

08 Junho 2011

Porto Velho em Crise Aguda

Há instantes que a vida exige que façamos uma avaliação séria do nosso contexto, pois só assim tomamos consciência da realidade em que estamos inseridos. O município de Porto Velho precisa ser avaliado pela sociedade civil organizada, propostas precisam ser feitas e novas atitudes administrativas precisam ser cobradas, sem se preocupar prioritariamente com quem são os responsáveis pela situação e sim com o que deve ser feito e por quem deve ser feito.

Precisamos urgentemente que pessoas envolvidas com causas específicas tragam dados claros a respeito destas e, após analisadas num coletivo, novas propostas sejam feitas e novas posturas sejam cobradas de quem de direito.

É fundamental saber exatamente o que está acontecendo com as obras inacabadas, como é o caso dos viadutos, pois, além das desconfianças quanto à segurança do projeto, além da demora excessiva de seu término, além da quantidade de dinheiro público neles empenhados, essas obras estão piorando em muito a situação já ruim de nosso trânsito.

A precária condição do transporte coletivo, a parca sinalização das ruas, a nulidade da polícia preventiva e educadora no trânsito têm tornado a movimentação na cidade uma batalha a cada dia. Se exige urgentemente que o poder público chame para si o seu papel de gestor e a sociedade precisa ajudar cobrando, sugerindo e assumindo posturas adequadas.

Não se pode se conformar com a falta de explicações claras e atitudes explicitadas quanto ao projeto de saneamento iniciado, incomodado e parado. Alguém tem de resolver isso urgentemente, pois não se pode viver numa capital sem saneamento e, principalmente, quando dinheiro público foi providenciado e a administração estadual não teve competência nem responsabilidade para executar.

A sociedade de modo geral precisa conhecer os números e explicações sobre as obras inacabadas da José Vieira Caula e sobre o as obras mal feitas da Av. Abunã. Quem de direito e dever tem a obrigação de cobrar e quem de direito e dever precisa explicar urgentemente.

Por último, se faz necessário conhecer também em números publicados de forma escrita quais foram os valores das prometidas compensações das malfadadas obras das usinas, onde estão investidas e quem são os responsáveis pelas execuções ou não dos projetos.

Portanto, se há estas e tantas outras questões a serem analisadas e carentes de serem explicadas, é necessário, independente de forças partidárias ou interesses individuais, de atitudes inconformadas, para que, então, cobremos e ajudemos a mudar a situação, pois mais do que uma questão administrativa, está envolvida a questão ética na política e na gestão dos bens públicos.
Que os insatisfeitos, os indignados e os conscientes se manifestem, se organizem e que possam ir às ruas, imprensa e órgãos públicos dizer o que estão vendo, sentindo e propondo.

14 Março 2011

USINAS DO MADEIRA E O CAOS EM JACI-PARANÁ

No processo de discussão sobre a viabilidade e conseqüências da construção das Usinas do Rio Madeira, ví muita gente interessada e muitos se promovendo e sonhando com os “lucros” que viriam como resultado deste empreendimento. Também vi muita crítica e preocupação com os efeitos sociais e problemas que aconteceriam nas vidas das pessoas e na natureza de modo geral.
Geralmente quem tecia loas e as mais impressionantes expectativas ao conjunto da obra eram os detentores do poder político e empresarial por tudo o que poderia vir de progresso e, agora, temos visto realmente acontecer o que haviam previsto. Políticos ganharam eleições com o discurso de que “trouxeram” as hidrelétricas para Rondônia, empresários ganham muito dinheiro e a cidade cresce a olhos vistos. Enfim, estamos alcançando o que se esperava.
Há poucos dias ouvi do prefeito da capital a seguinte expressão: “O poder público perdeu o controle da situação de Jaci-Paraná.” Fiquei estupefato. Não era um sindicalista, um líder de partido, a OAB, um professor universitário, um padre ou pastor, um líder estudantil ou qualquer outro destes que são acostumados a verem criticamente a situação social. Era o líder maior do município.
No dia 19/02 voltei a Jaci-Paraná depois de alguns meses e fiquei mais assustado ainda, entendendo o que quis dizer o prefeito. Ví o caos em sua superficialidade. Vi naqueles bares à beira do asfalto, entre uma quantidade inumerável de homens, mulheres jovens se oferecendo à prostituição, muita bebida, muita música e imaginei a quantidade de coisas indizíveis que acontecem ali e reconheço que também são parte do que está sendo produzido pelas usinas.
Gostaria de ver o Governador, o Prefeito, o representante do Judiciário, dos empresários e quem tem poder de decisão e influência, sentarem-se juntos e tomarem uma decisão quanto àquela situação. Há alvarás de funcionamentos para aqueles bares? Há fiscalização da saúde? Há fiscalização quanto a venda de bebidas para menores? Há controle de poluição sonora? Há orientação para prevenção de DSTs? Ao mesmo tempo perguntamos: há poder público alí ou é terra-de-ninguém? Fora droga, violência, depravação moral, poluição, gravidez na adolescência, DSTs que já se vê agora, daqui a alguns anos veremos uma geração de filhos sem pais, com as famílias desestruturadas e pessoas desestruturadoras da sociedade.
Parabéns aos que defenderam e conquistaram a construção das Usinas. Todos estamos desfrutando dos seus benefícios. Mas, pelo amor a Deus, usem seu poder e sua influência para fazer o que for possível para diminuir os efeitos sociais negativos desse empreendimento, pois amanhã, os que lucram hoje sofrerão na pele suas conseqüências.
Especialmente o Poder Público nos deve uma proposta!
Pr. Aluizio Vidal (Presidente Regional do PSOL – RO)

31 Julho 2010

VÊS A LAGARTA MORRENDO OU A BORBOLETA NASCENDO?

Na vida tendemos a desenvolver padrões, paradigmas, estruturas. Um dos padrões desenvolvidos é nossa forma de interpretar os estímulos recebidos no dia a dia, ou seja, é a forma de interpretarmos a vida.
Todos os dias nos acontecem vários fatos e estes são interpretados por nosso “organismo”, alguns sem nenhuma análise profunda, outros de maneira mais cuidadosa, mas cada um trazendo várias lições, e quanto maior a profundidade da análise, melhores serão as lições tiradas, assim como o vinho sorvido lenta e atenciosamente distribui melhor ao paladar a qualidade de seu sabor.
O problema é que, por vezes, aprendemos olhar a realidade sempre com um olhar predisposto a percebê-la apenas no modo negativo, como os pais que só aprenderam ver a nota vermelha no boletim do filho ou filha e não a grande quantidade de notas azuis apresentadas no mesmo boletim.
Um acontecimento aparentemente ruim pode trazer em seu bojo um cabedal enorme de possibilidades transformadoras, de novas oportunidades, de crescimentos, de potencializações, mas, se não soubermos analisar essas possibilidades, as perdemos e deixamos de crescer com aquela experiência.
Talvez seja tempo de pararmos, experimentarmos a dor do presente, como alguém experimenta um alimento novo, e procurar todas as dimensões de sua realidade, nos preocupando menos em perguntar o por que e mais em descobrir o como e o para quê, conforme preconiza a gestalt.
Os mais superficiais só vêem a morte da lagarta. Os mais profundos são capazes de esperar um pouco mais na agonia do instante e contemplar a beleza do nascimento da borboleta. E você, o que vê?

22 Julho 2010

Menos Carne, Menos Peso

Noticia do Painel Político - Alan Alex 22/07/2010
www.tudorondonia.com.br

Um estudo europeu feito com mais de 400 mil adultos mostra que reduzir o consumo de carne pode ajudar a emagrecer, mesmo sem diminuir o número de calorias ingeridas. Coordenado por médicos da Imperial College London, o levantamento envolveu adultos de países como Dinamarca, Alemanha, Espanha, Suécia e Holanda. O resultado é significativo já que indica que as dietas de proteína podem não ser a melhor opção para manter a perda de peso a longo prazo. No entanto, os pesquisadores ainda não conseguem explicar a ligação entre a carne e o excesso de peso, principalmente quando as calorias da dieta permanecem as mesmas. Uma explicação seria que a proteína poderia alterar a forma como o corpo regula o apetite. Outra tese é a de que pessoas que comem menos carne teriam uma vida naturalmente mais saudável por causa de escolhas éticas ou ambientais. As informações são do jornal O Globo.

21 Julho 2010

Devocional

Por sermos absolutamente limitados, encontramo-nos em alguns instantes absolutamente necessitados de um alento e cuidado especial.

Por Deus ser absolutamente ilimitado, encontramos nEle todo o consolo e cuidado do qual temos necessidade, daí, podemos encontrar nesse versículo do Sl 62 um pequena porção ao coração!

"Somente em Deus, ó minha alma, espera silenciosa, porque dele vem a minha esperança." Sl 62:5

O salmista olha para o seu coração, sua alma, seu interior e assume o quanto em alguns instantes tinha profunda necessidade de esperança. Além disso, tem a plena consciência de que a fonte da esperança é o Senhor, o Deus criador de onde a alma humana tem origem. Por isso, a melhor coisa nesses instantes de necessidade é se aquietar diante do Senhor e esperar que Ele aliimente com a certeza de que amanhã continuará sendo seu Deus.

Todo nós vivemos esses instantes. Há aspectos variados de nosso ser que precisam ser alimentados com a esperança de que um novo tempo, uma nova realidade, um novo momento será experimentado. Aí, o melhor que temos a fazer é sossegar a alma diante do Senhor e pedir que o Espírito Santo que soprou vida ao humano e é o Consolador venha e ministre em nosso coração a perspectiva de um amanhã melhor.

No salmo 27 o salmista diz: eu creio que verei a bondade do Senhor na terra dos viventes. É essa certeza do amanhã sob a bondade do Senhor que nos motiva a sorrir, mesmo quando a alma está dolorida e precisando ser remediada.

Que o Senhor nos alimente hoje e sempre com a certeza de que amanhã continuaremos em Sua presença e cuidado!